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sábado, 15 de novembro de 2014

SOBRE DOCES, FALHA CRÍTICA E CRIAÇÃO DE GALINHAS


Minha carreira gamer está em mudança. Quando eu ouço o agradável bip de início do meu estimado PS3 apenas duas vezes em um período de mais de 30 dias, definitivamente é um sinal de que a minha carreira gamer só poder estar em transformação. Ou talvez apenas passando por uma acomodação menos apegada a mídias físicas e controladores da década de 70 sem funções de toque ou uso de acelerômetro.

Sim, venho por meio deste (post) dar a tão temida notícia ao meu querido console já obsoleto (som aberto na pronúncia do E. Aposto que essa você morreria sem saber. Duvida? Consulte o dicionário!): OS JOGOS DE CELULAR VIERAM PRA FICAR. E a criação do novo marcador do blog foi totalmente justificada, acabando com a dúvida que ficou ao final do primeiro post sobre jogos móbile.

Não há como resistir: os jogos de smartphone são gratuitos (na maioria das vezes); estão a uma “distância” de um toque na tela do seu aparelho; muitos deles passam longe do estereótipo de “jogo casual”; e maioria conta com um acabamento gráfico e sonoro de causar uma pontinha de inveja nas maiores produções da grande indústria de games da atualidade (consoles e PCs). Ou seja: só um louco deixaria um potencial como este passar despercebido.

Nos 2GB de memória do meu celular isso não cabe nem a pau


E, dando continuidade a minha lista de ótimos games para celular recém-descobertos, gostaria de trazer mais três pérolas deste mundinho móvel e imediatista, mas de forma alguma insignificante. Mas de antemão fica o aviso: um deles tem potencial pra te transformar em um castor obsessivo; um outro tem uma grande chance de causar ondas de saudosismo em seu sistema límbico e o terceiro vai despertar a criança latente em seu interior. Mas não necessariamente nessa mesma ordem. Cabe ao leitor acompanhar o post por completo e descobrir qual título se encaixa em qual descrição (jogos... adoro fazer jogos...).


CUT THE ROPE

Agora nãããããoo! Deixa pra cortar depois!


Esse é de graça, mas vai te surpreender pela quantidade de conteúdo disponível (é bem provável que você enjoe dele antes de completar todos os “mundos” disponíveis). Cut the Rope se enquadra na categoria puzzle, e foi uma indicação do camarada Aquino do Retina Desgastada.

Pra falar deste jogo, decidi que não explicaria muita coisa sobre o sistema de game em si. Em parte porque Cut the Rope é tão simples de jogar que dispensa apresentações. Em parte, pra instigar a curiosidade do leitor. E, em outra parte, porque esse é um jogo que DEVE ser jogado por aqueles que possuem um aparelho compatível. Mesmo que você não goste do estilo do game, tem um simples detalhe em Cut the Rope que vai valer o download do arquivo (e vai te fazer sorrir como uma criança novamente, caso você não seja um velho rabugento que detesta animais e considera o Dr. House o seu ídolo supremo).

DESENHOS

Além do jogo, o download nos presenteia com curtas de animação de mais ou menos um minuto e meio cada. São filminhos em alta definição que contam a história de Om nom, um pequeno alienígena com um nome que parece um typo (No começo eu pensava que ele era um sapo, mas a música tema do pequeno me dá a quase certeza de que se trata de um visitante desejado de outro planeta). Om nom tem uma obsessão em comer doces, sendo que a mania do pequenino verde é mais engraçada que doentia, diferente de mascotes como Scrat, da Era do Gelo.



A personalidade de Om nom é muito engraçada, principalmente em suas expressões e “diálogos” in game. Mas você não vai conseguir aproveitar tudo que o pequeno astro tem a oferecer se apenas jogar o jogo e ignorar o botão Desenhos, presente no menu principal.
Depois de assistir os três primeiros episódios fica impossível não se apaixonar pele meiguice do mascote (que deixa grandes criações, como o Sackboy da Media Molecule, desejando uma visita ao psicólogo pra saber onde foi que erraram). Os vídeos presentes no game são de uma delicadeza, puerilidade e encanto que vão te fazer desejar ter 7 anos de idade novamente, só pra poder rir da forma como os desenhos merecem que você ria com eles. Bem, eu tenho 32 anos de idade e não vejo nenhum problema em rir como uma criança quando um objeto é merecedor desse efeito.

Contatos imediatos do terceiro grau


Mesmo que você seja completamente louco de não querer jogar (ou um velho rabugento que detesta animais e...), assista aos desenhos. A Zepto Lab merece os créditos pelo seu magnífico trabalho (e por conseguir fazer um marmanjo de 32 anos de idade rir feito um pimpolho de 7...). Deixo o vídeo para o episódio do banho pra você ter um gostinho das doces aventuras de Om nom pelo espaço e, por que não, tempo também. Mas aviso logo que, caso você não se encaixe na descrição de sexagenário acima, você assistirá aos três primeiros episódios dos curtas já se lamentando pela sua curta duração e pela pouca quantidade.




MÚSICA E GRÁFICOS



Como esse post não deixa de ser uma análise, queria falar um pouco sobre os gráficos e música.
Os gráficos do game são lindos, lembrando (como não poderia deixar de ser) um colorido desenho animado. A física do game é impecável, e muitas vezes você vai descobrir que isso é mais um empecilho para você que do que uma qualidade em si (não que seja um defeito, só pra deixar claro).

A música de Cut the Rope é, com certeza, o seu maior trunfo. O tema principal, do menu, vai te fazer procrastinar o início das partidas. Já nas partidas, você vai completar um desafio após o outro com a certeza absoluta de que poderia passar por mais 300 fases do game sem enjoar da maravilhosa música de fundo. Mesmo com poucas faixas, Cut the Rope possui uma trilha que merecia muitos prêmios, te dando aquela sensação de “cara, é impossível enjoar dessa música...”


CORTANDO A CORDA MAS NÃO DEIXANDO O DOCE CAIR

Tem o 2, Viagem no Tempo, Experimentos... é doce que não acaba mais.


Cut the Rope é um daqueles achados que te fazem temer pela possibilidade de nunca tê-lo conhecido. É de uma leveza incrível, sendo o tipo de jogo que te faz sorrir mesmo quando você perde (a cara de Om nom quando o doce cai é hilária, assim como o som que ele faz quando o doce está perto da sua boca).
A mensagem do game pode até não ser uma das mais educativas no quesito nutricional, mas se você tem filhos com certeza vai querer mostrar esse jogo pra eles.
Não sei se as minhas desajeitadas palavras fazem jus ao sentimento que tenho por este game, mas fica a indicação de um lindo jogo gratuito que vai te fazer ver a vida (e os doces) com um pouquinho mais de leveza. Acho que estamos precisando mais disso nos dias de hoje.


KNIGHTS OF PEN AND PAPER +1 EDITION

Confessa: é empolgante ou não é?


Sim, eu sou um nerd. Nunca neguei isso. E como todo bom nerd que se preze, já participei de sessões de RPG de mesa, aqueles que são contados por um Mestre de sessão e que se baseiam em livros como Advanced Dungeons and Dragons ou Vampiro a Máscara.
Se você nunca participou de uma sessão de RPG de livro e se acha o RPG master só porque fechou todos os Final Fantasies já feitos, sinto te avisar que você não passa de um nerd pela metade. Ou um nerd incompleto. Ou um nerd fajuto. Ou um nerd...

Digressões a parte, o jogo a seguir é o Cavaleiros de Caneta e Papel. Infelizmente, Knights (pra encurtar) não é gratuito. Ele custa pouco mais de R$11,40 e rola uma confusão no preço que, no final do cálculo, vai privar a sua carteira de salgados (pro padrão de jogo mobile) R$35,00. Não sei como isso funciona mas a loja mostra o preço em reais e depois te cobra considerando a conversão do dólar e outras taxas mais.

Queria eu que as minhas sessões de RPG contassem com paisagens como essa


A boa notícia é que Knights realmente vale os trinta e cinco reais investidos, caso contrário não seria alvo do meu post. E, diferente de Cut the Rope, Knights of Pen and Paper não dispensa apresentações. Dificilmente você vai querer baixar o jogo se não se encaixar na descrição de nerd que eu dei no começo do tópico, então faz-se necessária uma explicação sobre o sistema e os atrativos que fazem do game um download digno de algumas araras e uns peixes.


SISTEMA

Nem tente chegar a Mordor. Deve custar uns R$300,00...


Knights of Pen and Paper é um jogo de RPG por turnos que simula uma partida de RPG de mesa. Logo de cara você vai perceber que não controla um protagonista, e sim (de dois até) cinco jogadores sentados em uma mesa recebendo instruções de um mestre de sessão troll (que pode ser um rato, uma pessoa normal e até um sábio humano-raposa) que gosta de tirar sarro com a sua cara.
Você pode escolher as missões que realizará, e a cada mudança de cenário seus personagens são transportados para o ambiente em questão (me lembra a Sala de Perigo, dos X-Men), mesmo que nunca tenham a chance de descolar suas bundas da cadeira.

Olha o meu E.T mago aí. Não falei?


Muitas de suas ações são determinadas pela rolagem de dados, que podem fazer você chegar ao seu destino em segurança (um acerto normal) ou te surpreender com seu bando sendo atacado por uma gangue de piratas no meio do caminho (a tão temida falha crítica). Há dados estatísticos para habilidades, compra de itens (e coleta de monstros), evolução de personagens por meio de XP e, mais uma vez, muita tiração de sarro por parte do seu mestre de sessão troll (You shall not pass!).

Além do excelente humor no game, que faz paródias que vão desde Super Mario à Tartarugas Ninja e a um certo “cara de um olho só presente na cultura brasileira”, Knights conta com uma alta quantidade de customização de itens e objetos da sua mesa de RPG, bem como do próprio Mestre de sessão.
Os personagens jogáveis são figuras ilustres que não poderiam faltar em uma boa sessão de Vampiro a Máscara: um E.T versado em artes mágicas; Sr. John, o homem-lobo; o Carinha que entrega pizza; um nerd e alguns outros mais que me fogem à memória no momento.

Sei que é spoiler, mas essa foto é tão legal que eu não resisti


Pra finalizar a parte de sistema, o jogo conta com uma alta dificuldade, muito embora que esteja longe de ser proibitiva ou desencorajadora: apenas respeite o nível mostrado nos locais pra não ser massacrado por monstros mais fortes e seja feliz em suas andanças pelo mundo pixelado de Pen and Paper.


GRÁFICOS E MÚSICA

Acho que subestimei o visual de Knights. Tibia perdia feio...


A música do game não é nada de incrível, ficando bem atrás de jogos como Cut the Rope ou os outros excelentes jogos citados no outro post. Mas este aqui não faz feio. As trilhas de Knight fazem jus ao clima de RPG clássico, e mesmo que perca no quesito qualidade, ele dá um banho quando o assunto é variedade de temas.

A parte visual é a que pode gerar mais barreiras aos jogadores mais xiitas acostumados a gráficos embasbacantes em full HD. Knights of Pen and Paper tem um visual tosco que lembra muito um grande sucesso das lan houses na década passada. Sim eu estou falando do amado por uns e odiado por outros, Tíbia. E não, eu nunca joguei, mas tirava muito sarro da cara dos meus amigos que o faziam. Quem disse que eu não tenho manchas negras no meu currículo gamer?

"Pare de TENTAR  me acertar e ME ACERTE, Neo".


Se você dá valor mais a gráficos que a experiência de jogo, só posso sentir pena da sua superficialidade. Até porque eu fico impressionado como games deste tipo conseguem satisfazer o jogador como nenhum Final Fantasy em hyper definição vem conseguindo.


TESTE DE CARISMA + INTELIGÊNCIA, DIFICULDADE 9...

Esse jogo tira um sarro pesado com o estilo de vida nerd


Como eu paguei por esse jogo, acho que se enquadra a clássica frase que finaliza os meus reviews: KNIGHTs OF PEN AND PAPER ESTÁ VALENDO A COMPRA? A resposta é direta: SIM.

O jogo em questão é muito bom, contando com um excelente humor, dificuldade na medida e uma experiência final que vai te fazer dar gargalhadas (espero que você não faça isso na fila do banco) quando alguém mencionar o fato de como games de celular podem ser “casuais”.

A ideia de Pen and Paper é ótima, e não consigo evitar de me perguntar o que aconteceria com séries como Final Fantasy, Persona ou Dragon Quest se este excelente conceito de jogo fosse abraçado por empresas mais famosas e de grande porte como... Square-Enix, Atlus ou Level 5. Eu sei, soou totalmente contraditório esse comentário mas não consegui outra forma de me expressar.


FARMVILLE 2: COUNTRY ESCAPE

Vem cheirar estrume você também! Tá esperando o quê?


Outro jogo que vai te fazer dar risadas da falsa impressão que as pessoas têm de que um jogo casual não pode conter uma experiência mais profunda.
Farmville é um simulador de fazenda muito parecido com Harvest Moon. Você é um fazendeiro que precisa cultivar e prosperar, num estilo de jogabilidade que lembra Sim City. Mas, antes de continuar a falar mais desse jogo, preciso dar um aviso:

MUITO CUIDADO COM ESSE GAME. Farmvillle é um daqueles jogos que podem desenvolver uma obsessão em você. O gerenciamento de tarefas no game podem te fazer perder a noção de tempo, necessidades fisiológicas e prioridades sociais (como estudar pra uma prova de histologia ou fazer coisas mais variadas em seu final de semana).

Não se engane com esses rostinhos inocentes: esses dois meliantes planejam detonar com sua vida social


Esse jogo é viciante. Eu mal tinha noção do mal que estava lançando sobre a minha morada quando, inocentemente, baixei e instalei o arquivo no meu celular.
Alguns jogos podem causar esse efeito no jogador. Na minha adolescência, fui vítima de games como Resident Evil e a sua obsessão em fazer o trajeto mais curto levando a maior quantidade de itens possível no menor tempo. O resultado é que essa obsessão por eficiência acabou invadindo a minha vida particular e real. Se eu não fosse um adulto com plena consciência das minhas responsabilidades, neste exato momento estaria fisgado pelas tarefas intermináveis (e bucolicamente prazerosas) impostas pelo jogos e seus fazendeiros amigáveis de olhos esbugalhados.

Não entendi o sistema a tempo e acabei perdendo uma exclusiva gata preta. Eu sei, mea culpa


Pra completar a desgraceira, alguns objetos de coleção (fitas, animais raros, selos e troféus) alimentam o problema daqueles com menor força de vontade.
Diante desse cenário monstruoso e destruidor de tempo livre, fica o aviso: se você não sabe se impor limites ou tem pouco tempo sobrando, nem comece a jogar Farmville 2. Acredite, é o tipo de novidade que você não precisa em sua rotina.


MÚSICA E GRÁFICOS

Acredite: você dará pulos de alegria quando vir essa tela


Sem muito o que falar aqui: os gráficos de Farmville 2 são lindos, cartunescos e coloridos na medida certa.
A parte sonora é outra história, pelo fato de que Farmville só possui duas músicas: uma que parece ser uma paródia da velha conhecida O velho McDonnald tinha uma fazenda, ya ya ô; e uma outra que não tem como descrever mas que vai grudar na sua mente mesmo depois que o celular estiver desligado.

Mal vejo a hora de desbloquear essa área


A boa notícia é que estas duas faixas são ótimas, passam uma sensação de tranqüilidade que só poderia ser conseguida com o ambiente campestre de fazenda e, mesmo enjoando um pouco, as faixas (e os efeitos sonoros) são boas o suficiente pra te fazer desistir de desativa-las na opção de configuração.


SISTEMA

Qual demora mais pra ficar pronto: batata frita, lã ou calça jeans? Você ficaria surpreso com a resposta...


Explicar o sistema de um jogo como este é algo trabalhoso e desnecessário. Mas em resumo: você precisa plantar e realizar tarefas. Algumas tarefas levam segundos, outras literalmente horas para serem concluídas. A sorte é que o tempo de jogo é real e continua mesmo quando você não está jogando, o que ajuda se você conseguir coordenar as tarefas mais demoradas com os períodos que você ficará afastado do game (trabalho, faculdade, dormindo).
Uma falha que eu achei nesse sistema é que o ciclo de tempo é imutável: sempre é dia em Farmville, detalhe que nos priva de uma curiosa cena de animais dormindo ou raposas matreiras fazendo uma visita indesejada a nossas galinhas na calada da noite (apenas especulação, óbvio. Não há violência ou agrotóxicos no mundinho perfeito de Farmville).

Pato-cabra, eu escolho você!


Falando em tarefas, por mais que você se orgulhe do seu curso superior de zootecnia, uma hora você vai ficar sem ter o que fazer no game. Isso se dá pela demora em algumas atividades e pela forma como você as sincroniza, bem como pela curva de evolução do game, que está pouco se lixando pela sua ansiedade em alcançar o nível 20 e poder plantar aquele desejado pé de uvas verdes com o qual você sempre sonhou. Então, senti muita falta de minigames descompromissados que suprissem essa carência. Seria muito legal participar de corrida de saco ou ordenha de vacas nas horas vagas.

Seis mil chaves? Quem eu preciso matar pra conseguir isso?


Pra encerrar a parte de sistema, preciso dizer que este game é gratuito mas tem lá as suas estratégias pra te convencer a torrar dinheiro real em sua brincadeira virtual. Então, fica mais esse conselho: JAMAIS GASTE UMA CHAVE DE MANEIRA BANAL.
As atividades levam tempo para se completarem, como eu já tinha dito. Para preparar refeições e construções, será preciso dispor dos ingredientes corretos. O jogo, matreiramente, te dá a possibilidade de acelerar o processo de criação de itens ou (magicamente) conseguir ingredientes faltosos na produção dos mesmos, e tudo isto consome chaves, o item mais difícil de conseguir (de graça) no jogo. E elas custam dinheiro, caso você ainda não tenha entendido aonde eu quero chegar. Então, não gaste chaves. Nunca. Mas nunca mesmo...


MANDANDO A VACA IR PRO BREJO (TEMPO ESTIMADO PARA A CONCLUSÃO DA TAREFA: 2H 48M E 29 S...)


Você confiaria abraçar um pinto cinza de bigode? Eu não...


Farmville 2 é um jogo excelente. Um jogo que deve ser jogado com parcimônia, pois é viciante e pode tomar mais do seu tempo do que você está disposto a entregar. A experiência com este game deve ser cautelosa e pouco apressada, visto que algumas recompensas levam certo tempo para ser obtidas.
Se você é uma pessoa desorganizada, este jogo pode de te dar uma noção de que como organizar ideias, priorizar eventos ou se frustrar terrivelmente pelo fato de uma maçã demorar menos pra crescer que a fabricação de um par de meias.

Mas lembre-se: depois de jogar Farmville 2, dificilmente seu cérebro vai interpretar um som de sineta da forma como fazia antes.



CONCLUSÃO

Mais três excelentes jogos e uma maior sensação de dever cumprido. Aqui eu encerro este segundo post sobre games portáteis/móbile, satisfeito com o resultado do post mas preocupado com essa nova tendência de relegar a elaboração de posts mais tradicionais em prol das facilidades (e gratuidade, why not?) de escrever sobre jogos para celular.

Quanto a isso, posso adiantar que os leitores não precisam se preocupar: mesmo jogando pouca coisa nessa entressafra de games pós nova geração, posso adiantar que tenho a intenção de publicar os textos sobre Kingdom Hearts, South Park The Stick of Truth, Resident Evil (falarei da série toda depois que jogar o remake, ano que vem) e Alien Isolation (dadas as notas que este recebeu, estou em dúvida se espero pra jogar no PS4 ou compro pro PS3 mesmo).
Quando dispuser de mais tempo e de um console de nova geração, darei continuidade a marcadores como Jogando, Tentando Gostar de... e etc.

PS3 ou 4? Dúvida cruel...


Au Revoir.